terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Começa a chover no distrito de Itaitu e incêndio poderá ser debelado nas serras de Jacobina

Depois de relâmpagos e trovões, por volta das 19:10h desta segunda-feira, 14 de dezembro de 2015, a chuva que era tão esperada começou a cai na região do distrito de Itaitu.
 Um incêndio que iniciou há 7 dias devasta às serras de Itaitu, Piancó, Coreia, Jaboticaba e uma área próximo ao Parque Sete Passagens na divisa com o município de Miguel Calmon.

Ficamos na esperança que a chuva chegue em todas às áreas afetadas pelas chamas.

Segundo informações, os brigadistas voluntários desceram às serras da região de Itaitu e seguem comemorando para Jacobina.
Fonte: Augusto Urgente!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Incêndio no distrito de Itapeipu em Jacobina

Tarde de terça feira, 08 de dezembro de 2015, e na entrada do distrito de Itapeipu há um incêndio em uma área fechada.
Fonte: Augusto Urgente!

Jacobina está em estado de alerta, com fogo na região de Itaitu.

Por volta das 17:20h desta quarta-feira, 09 de dezembro de 2015, estivemos em contato com o Lucimário Duarte da Secretaria de Meio Ambiente de Jacobina, que declarou que o município está em estado de alerta devido ao fogo, que consome às serras na região de Itaitu e Timbó. Lucimário esteve com Pedro Matos que também é da secretaria na região de Itaitu, onde observou vários focos de fogo, que segue queimando em direção ao parque das cachoeiras. 
O Corpo de Bombeiros Civis Voluntários trabalham para debelar as chamas na região de Itaitu e através do WhatsApp, Pedro Matos convoca voluntários e colaborares  para apagar o fogo na região, que segue devastando tudo pela frente. 
Lucinario diz que Ivan Aquino que é Secretário de Meio Ambiente, está em Salvador, onde busca através da Defesa Civil e INEMA a vinda de uma aeronave para apagar o fogo no município.
Às informações, é que homens conseguiram fazer um grande 'aceiro' uma barreira para impedir que o fogo chegue ao Parque Estadual Sete Passagens, na região de Miguel Calmon.
Nesta tarde, há também um outro foco de incêndio na região da Pingadeira, próximo ao Bairro Vila Feliz, presume-se que seja mais um incêndio criminoso no município.
Fonte: Augusto Urgente!

domingo, 6 de dezembro de 2015

Campanha 'Dezembro Laranja' busca conscientizar sobre os riscos do câncer de pele

por Marcos Maia/Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) deu início na última terça-feira (1º) a campanha ‪Dezembro Laranja, que alerta para os perigos da exposição excessiva ao sol e combater o câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), até o momento, 5280 casos de câncer da pele não melanoma foram registrados na Bahia em 2015. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Saúde do Bahia Notícias !

BA: Substância que auxilia combate ao câncer não é fornecida pela Sesab há pelo menos 30 dias


por Marcos Maia*Foto: Divulgação
O Centro Estadual de Oncologia (Cican), ligado à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), não conta com a substância Octreotida em seus estoques há pelo menos um mês, privando pacientes em tratamento de câncer do cuidado adequado. Uma das pessoas afetadas pela falta do medicamento, que contém o crescimento de órgãos afetados por células cancerígenas, é Luís Guilherme Neves Santos, 29 anos, que foi diagnosticado em março de 2015 com um câncer no fígado, mas não é medicado desde 30 de setembro. “Liguei hoje [quinta-feira (3)] novamente. Me disseram, mais uma vez, que foi mandado para o setor uma solicitação para compra. Amanhã vai fazer um mês que eu deveria ter recebido a injeção", contou à reportagem do Bahia Notícias. Em nota, a Sesab assumiu a ausência da substancia nos estoques do centro e comunicou que os pregões realizados para a aquisição do medicamento não tem contado com a participação de fornecedores interessados. “Um dos motivos alegados é o preço referencial praticado pelo estado, que tem como base, por exemplo, a média de preços das atas de outros estados. Os distribuidores dizem que em função do aumento do dólar, os medicamentos possuem preços superiores”, diz o documento. A secretaria ignora o número de pacientes afetados pela falta de suprimentos de Octreotida e declarou ainda que faltas são “pontuais” e que os municípios também podem prover a substância. Para suprir a ausência do medicamento, a secretaria pretende adquirir um medicamento da mesma classe terapêutica, o Lanreotida, que deverá ser disponibilizado em 15 dias. O tempo é precioso para pessoas como Luís Guilherme: "Espero que seja verdade. Há mais pessoas, assim como eu, que precisam do remédio". BN

Fortes ventos assusta moradores de Ourolândia

Tarde de domingo, 06 de dezembro de 2015, e na cidade de Ourolândia a população está assustada com uma ventania forte.

Fonte: Augusto Urgente!

Regras para venda de acarajé preocupam ‘baianas evangélicas’

As regras para a venda do acarajé em Salvador, anunciadas na quarta-feira (2) pela prefeitura, têm despertado polêmicas. Depois da informação  de que teriam de retirar a salada, caso que não ocorrerá, como garantiu a presidente da Associação das Baianas de Acarajé, Rita Santos, as vendedoras do quitute terão de trajar roupas típicas, ou seja, bata branca, camisa, short e lenço. Por conta disso, as vendedoras evangélicas estão apreensivas. Muitas igrejas protestantes da capital baiana são contra o uso da indumentária, associada historicamente ao candomblé. De acordo com a Folha, uma “baiana” evangélica afirmou que caso a fiscalização seja rigorosa vai vender outros quitutes. "Uma colega minha já desistiu do acarajé e vai vender outros lanches. Eu ainda não sei o que fazer”, disse ao jornal. Para referendar as mudanças, a prefeitura alega a necessidade de preservar a tradição das baianas do acarajé. O bolinho é reconhecido como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan) desde 2005. Com informações da Folha.

Após provocar acidente, homem chama médica de ‘preta, pobre e pequena’ em Ipiaú

Um homem foi preso sob acusação de ter provocado um acidente e de fazer ofensas raciais contra uma médica em Ipiaú, no sudoeste do estado, na madrugada deste domingo (6). Aliguiere Estevão Lima teria colidido o carro dele, um Honda Civic, em um automóvel modelo Etios, de propriedade da médica Iara Brandão.

De acordo com o site Giro em Ipiaú, após ser repreendido pela médica, o motorista teria feito a manobra e retornado até a frente do prédio onde ocorreu o fato. Ali, ele desferiu ofensas contra a médica e ao recepcionista de uma clínica. A médica relatou o caso em uma rede social. “Não imaginei que passaria por uma situação tão constrangedora. Trabalhando sábado à noite, de plantão, um homem embriagado, dirigindo em alta velocidade, bate no meu carro em frente ao Hospital. Até aí, falta de sorte. Eis que me desce do carro, agressivo, fazendo ameaças, inclusive fingindo estar armado e, começa a dirigir palavras ofensivas a mim e ao outro funcionário.
 
 "Eu sou racista mesmo, você é um negão, e ela, preta, feia, pobre e pequena.. Eu sou filho de fulano, vocês não sabem com quem estão mexendo", escreveu a médica. Aliguiere foi preso pela PM e encaminhado à delegacia de Ipiaú, mas foi liberado inexplicavelmente depois de pagamento de fiança. Pela Constituição brasileira de 1988, crimes de racismo são inafiançáveis. Ainda segundo o site, o motorista tem família em Ipiaú, mas mora em Aracaju. A família do acusado não quis comentar o caso. Com informações do site Giro em Ipiaú.
 Em seu perfil na rede social Facebook, a médica Iara Brandão postou um comentário sobre o fato.

Bahia tem 87 casos suspeitos de microcefalia e seis mortes

Foto: Paulo Whitaker / Agência Reuters
A Bahia recebeu 87 notificações de casos suspeitos de microcefalia, de acordo com nota divulgada pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) nesta sexta-feira, 4. Destes, 26 foram confirmados e seis bebês morreram em decorrência da doença, sendo um em Salvador e os demais em Itapetinga, Olindina, Tanhaçú, Camaçari e Itabuna.
Das 87 notificações, em 45 as crianças tem perímetro encefálico igual ou inferior a 32 centímetros. Esse é o critério adotado atualmente pelo Ministério da Saúde, em consonância com a Organização Mundial de Saúde (OMS), para constatar a microcefalia. Nas outras 42 notificações, as unidades de saúde não informaram a dimensão do perímetro encefálico. Até esta quinta, 3, o Ministério da Saúde estava considerando que crianças com perímetro encefálico igual ou inferior a 33 centímetros tinham microcefalia. 
Neste caso, o número de notificações na Bahia passava de 87 para 112, mas esse critério mudou para seguir o padrão estabelecido pela OMS. Quando há suspeita de microcefalia, a unidade de saúde deve informar em até 24 horas a Secretaria de Saúde. 
A medida foi tomada por conta do crescimento no número de casos no Brasil. O Ministério da Saúde investiga a relação da microcefalia com o Zika vírus e febre chikungunya. As doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Informações do jornal A Tarde

ENTRE RIOS-BA: Missa celebra um ano sem mortes na cidade

Uma missa campal de ação de graças para comemorar a marca de um ano sem homicídios, nas praias do município de Entre Rios, distante 159 quilômetros de Serrinha, foi celebrada, nesta quinta-feira (3), às 19 horas, pelo bispo diocesano de Alagoinhas, Dom Paulo Romeu, num altar montado na praça central de Porto Sauípe.
O titular da Delegacia Territorial (DT) de Entre Rios, delegado Antonio Luciano Lima, informou que, ao zerar o número de homicídios nas praias, em sua maioria relacionados ao tráfico de drogas, ocorreu também uma redução dos crimes contra a vida em toda a cidade. “Até o momento, registramos 14 homicídios neste ano, contra 34 no ano passado”, destacou.
Para o delegado, entre os fatores que contribuíram para estes números positivos estão as ações integradas das polícias Civil e Militar que resultaram nas prisões de vários traficantes. Outro fator importante foi a participação da comunidade denunciando integrantes de quadrilhas que agem na cidade. Do Portal CS

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Empregada doméstica vira juíza: estudou com livros do lixo


Por: Só Notícia Boa/Foto: GazetaOnline
Desistir? Jamais! A história de superação da juíza Antonia Marina Faleiros é inspiradora!
Com 12 anos, ela trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais.
Filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, Antonia foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte quando fez 21 anos.
Na cidade grande, a moça da roça, que teve 4 irmãos, foi empregada doméstica e chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus, porque não tinha onde passar a noite. Enfrentou o frio e o perigo da capital mineira.
“Nos primeiros dias tive que ficar na casa de parentes, fingindo que estava de passeio. Fiquei um período, mas chegou um momento que ficou insustentável, não dava para ficar de favor. Tive que me arrumar. Arrumei um emprego de empregada doméstica, mas a patroa não gostava que a funcionária dormisse na casa dela, porque ela achava que tirava a liberdade dos donos da casa. Para não ser obrigada a retornar para o interior, para a roça, e ter que abrir mão do meu sonho de fazer um curso superior e trilhar um caminho diferente daqueles que moravam na minha terra, eu mentia para minha mãe que dormia na casa da patroa e fingia para a patroa que dormia na casa de parentes. Mas na verdade eu não dormia na casa de ninguém porque eu não tinha onde morar. Eu passava a noite sentada fingindo que estava esperando ônibus. Como era um ponto muito movimentado, dava para enganar”.
Apostilas do lixo
Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório.
“Eu vi a secretária descartando algumas folhas, que ela passava no mimeógrafo e jogava fora. Peguei e percebi que dava para ler, apesar das folhas borradas. Aquele dia eu catei algumas e a partir daí, eu passei a ir rotineiramente na sede do cursinho. Hoje, relembrando essa história, eu desconfio que aquela secretária, cujo nome não sei e nunca mais a vi, percebeu que eu estava pegando aquelas folhas porque as folhas borradas passaram a ficar em uma lixeira seca, sem copinhos de café. E aí eu fui catando aquelas folhas e estudando, o que foi suficiente para eu fazer uma pontuação boa na tal noção de direito. Com isso, eu consegui, junto com as boas notas em matemática e português, o terceiro lugar no concurso”, lembra.
Ajudar
Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade.
Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
“A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, pontua.
Leia parte da entrevista concedida ao portal Gazeta online:
Dedicação
“Sempre gostei de estudar. Fui alfabetizada pela minha mãe com 4, 5 anos e sempre fui adepta da leitura. Ela sempre dizia uma frase que eu repito para os meus sobrinhos: quem tem a cama feita pode se contentar com o razoável. Quem não tem a cama feita, deve ser muito bom no que faz”, conta.
Orgulho da família
“Tive a oportunidade de ouvir muitas vezes o orgulho dos meu pais de ver a filha formando. Sempre ajudava muito meus pais e irmãos. Meu pai chegou a verbalizar a alegria, principalmente porque havia aquele temor de que a menina fosse para a capital e se envolvesse com coisas erradas, voltando inclusive com um filho sem pai. E minha família era muito tradicional e simples do interior. Meu irmão Edésio, mais velho depois de mim, já falecido em um trágico acidente no Espírito Santo, sempre dizia que a minha história era um marco. Eu fui uma das poucas da minha geração que fez a faculdade naquele tempo. Eu rompi uma barreira”.
Abençoada
“A mulher Antônia Marina Faleiros é uma mulher abençoada, de uma família abençoada, e que teve sorte de encontrar pessoas de bem pelo caminho. Considerando a história de vida,tudo que eu passei, eu dei um salto que eu gosto de sempre reprisar para firmar que isso é possível: a filha de um trabalhador braçal semi-analfabeto e de uma dona de casa simples, que passou por todas essas histórias, que conheceu o creme dental com 11 anos, que teve que trabalhar cedo, pode estudar e chegar aonde quer. Todos nós podemos”.
Lição
“Conto brevemente a reação da minha mãe quando contei para ela que tinha passado em terceiro lugar no concurso de oficial de justiça. Ela me indagou: ‘a prova estava tão difícil assim?”. Ainda rebati e disse: ‘Mãe, pense bem, quantas pessoas ficaram para trás?’. E ela me disse assim: ‘você já viu corredor olhar para trás? Corredor olha para frente’. Então eu digo sempre isso: temos que olhar para frente e não para as dificuldades que passamos. É pensar no quem tem que ser alcançado, é ter disciplina e meta”.
“Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos”, se orgulha ela. Com informações do GazetaOnline e AmoDireito